terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Pensamentos alheios e meus!
Em clima de fim de ano... e mais um dezembro vai-se e chega-se um janeiro... Tá, nem gosto de começos de ano, mas eles são essenciais. Sinal de que estamos vivos. Agora é fazer valer o viver.
E vim também porque vi algo que me chamou a atenção por me fazer certo sentido.
Sempre te quis
Paralamas do Sucesso
Todo o meu tempo
Todo o meu zelo
Todo o meu prédio já sabe que eu tenho
Um amor
Todo receio
Todo remédio
Tudo que sempre causava
Dor e medo
Se foi
Foi por te ver andando reto
Entre tudo que há de incerto em mim
E fui andando, voltei ao zero
Um recomeço é uma forma de se encontrar
Por ser tranqüilo, por ser sincero
Não me preocupa
O que não for é o que vai passar
Foi por te ver andando reto
Entre tudo que há de incerto em mim
Que eu sempre te quis
Sempre te quis assim
Só prá mim...
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"O meu partido é um coração partido" e isso basta por agora...
Os momentos são imprescindíveis!
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De onde vêm os pensamentos??
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Não posso mudar o que sinto!
Não quero mudar o que sou...
Sinto muito!
(de um desses blogs que existem por aí...)
.
Hoje faço uso dessas palavras!
E que venha 2009! E que venha com coisas boas...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Feel this...
Hum... esse clima natalino!
Adoro a época de final de ano, verão, férias... gosto desse clima, mas ele ao mesmo tempo me remete a introspecções, ou sei lá qual outro adjetivo. É bom, mas tem seu lado meio caído.
Então... nós paramos pra pensar no que queremod. Eu quero ficar em paz. Comigo e com ele. Comigo já é meio caminho andado e com ele não sei ainda. Talvez a gente ainda precise ficar algum tempo longe um do outro, talvez pra sempre, talvez meses... talvez ainda exista nós.
Pensar no amanhã...
Ou melhor, no hoje para que meu amanhã seja do meu agrado!
Tem esta música que muito me inspira, então, é a vez dela!
O amanhã colorido - Cidadão Quem
Composição: Duca Leindecker
Olha a luz que brilha de manhã
Saiba quanto tempo estive aqui
Esperando pra te ver sorrir
Pra poder seguir
Lembre que hoje vai ter pôr-do-sol
Esqueça o que falei sobre sair
Corra muito além da escuridão
E corra, corra...
Não desista de quem desistiu
Do amor que move tudo aqui
Jogue bola, cante uma canção
Aperte a minha mão
Quebre o pé, descubra um ideal
Saiba que é preciso amar você
Não esqueça que estarei aqui
E corra, corra...
Azul, vermelho
Pelo espelho a vida vai passar
E o tempo está
No pensamento
Olha a luz que brilha de manhã
Saiba quanto tempo estive aqui
Esperando pra te ver sorrir
Pra poder seguir
Lembre que hoje vai ter pôr-do-sol
Esqueça o que falei sobre sair
Corra muito além da escuridão
E corra, corra...
Azul, vermelho
Pelo espelho a vida vai passar
E o tempo está
No pensamento...
E que tenhamos um bom Natal!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Lances da Vida!
Mas se for um não, vai ser o fim. E eu não me importo.
... porque eu tentei!
Tentativa embalada e suportada e sustentada e cheia e musicalmente de música!
Como um poema! E acho também que é preciso um pouco de sofrimento, além de outras coisas, para se ter inspiração. Como diz a música, é preciso ter uma dose de tristeza para se fazer um samba... mais ou menos isso.
Então...
Poema, de Cazuza e Frejat, na voz do Ney Matogrosso.
Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era ainda criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás...
.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Luzes!
Um dia tranquilo.
Sabe, um clima bom ao estar com os amigos sentados na praça da catedral, um vento fresco e as luzes do céu, as natalinas e as que subiam e desapareciam no ar...
É o viver o presente e se preocupar com o futuro quando ele se transformar em presente.
Vida!
E segundo um amigo, sou forte. Sou coração!
Concordo!!!
E vamos seguir com a voz da Dona Cássia Eller, quem eu admiro bastante pela mulher e artista que foi. Com as palavras de Renato Russo, cara que também fez história e, por muitas vezes escrever sem sentido algum, conseguiu trazer às pessoas muito sentido em suas músicas!!
Por enquanto - Renato Russo
Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferente...
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre, sem saber, que o pra sempr
e Sempre acaba...
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem...
Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa...
.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Meta de uma seta!

Ontem fui a um show... fã de carteirinha do Paulinho Schoffen e então, quando tem música dele, lá estou eu e a Heloisa!
E minha cabeça tava o tempo todo pensando... meu coração batendo num ritmo só!
O do meu desafio: aquele que me proporcionou minha maior perda e a maior vitória também!
Minha grande paixão!!
Mas deixa pra lá... quem sabe tudo isso não acaba no fim de janeiro?!? rsrs...
E vamos de Paulinho Moska...
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
(A seta e alvo)
... e meu corpo vai sobreviver, mesmo estando ferido!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Um passo a frente
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"
Charles Chaplin
... porque eu estou chegando lá!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Quanta mudança...
Que eu seja bem vinda a essa fase. E nada mais propício a esse espírito de mudança, a esse ser em mudança.
Aos recomeços da minha vida!
"..." - O Teatro Mágico
(...)
Se lembrar não é celebrar;
Dura é a dor quando aflora.
Esquecer não é perdoar;
Se consagrou, sangra agora.
(...)
Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim...
Tempo de dar colo,
Tempo de decolar.
O que há é o que é;
E o que será
Nascerá, nascerá.
Tempo de dar colo,
Tempo de decolar.
O que há é o que é;
E o que será
Nascerá... Será?
Reciclar a palavra,
O telhado e o porão;
Reinventar tantas outras
Notas musicais.
Escrever um pretexto,
Um prefácio e um refrão
Ser essência muito mais.
Ser essência muito mais
A porta aberta, o porto,
A casa, o caos, o cais.
Se lembrar de celebrar muito mais.
Muito mais...
A ciência, a essência,
A poesia prevalece...
Tá certo que o nosso mau
Jeito foi vital
Pra dispensar o nosso bom;
O nosso som pausou.
E, portanto, exposição;
A disposição cansou.
Secou da fonte da paciência
E nossa excelência ficou lá fora.
Solução é a solidão de nós.
Deixe eu me livrar das minhas marcas;
Deixe eu me lembrar de criar asas.
Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que nesse verão eu faço sol.
Só me resta agora acreditar
Que esse encontro que se deu
Não nos traduziu melhor.
A conta da saudade
Quem é que paga?
Já que estamos brigados de nada;
Já que estamos fincados em dor.
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa pra passar.
Porque é tempo de decolar.
E tempo de morangos. Sim.